terça-feira, 30 de janeiro de 2018

O BRASIL QUE DESEJAMOS E QUEREMOS

PARTE 6
O BRASIL QUE DESEJAMOS E QUEREMOS
 

A Proposta Inicial para o projeto O BRASIL QUE DESEJAMOS E QUEREMOS, deverá ser iniciada com uma reforma política iniciando pelo Legislativo, ou seja, nas câmaras municipais de todos os municípios brasileiros, nas assembléias legislativas de todos os estados brasileiros, na câmara federal e no senado federal de toda a nação brasileira, onde o número de vereadores, deputados estaduais, deputados federais e senadores tem um peso enorme na economia e finanças da nação brasileira.
É hoje no Congresso Nacional onde se encontra todo o mal por onde passa o Brasil. Temos de iniciar pelo sistema político que tanto tem feito mal a população brasileira. Por que os que se dizem representantes do povo, hoje são meros representantes de si mesmos.
Senão vejamos: Como é definido o número de vereadores por município. O número de vereadores de uma cidade está relacionado com a quantidade de habitantes. Mas o número exato de vagas disponíveis é definido pela Lei Orgânica de cada município, respeitando o que diz o art. 29 da Constituição Federal, que relaciona o limite de vereadores de acordo com a quantidade de habitantes do município. É ai que se deve modificar, iniciando para termos uma Constituição verdadeira e que no futuro não precisemos ficar alterando para servir de interesses escusos a meia dúzia de pessoas nefastas.
Por exemplo, um suposto município com 25.000 habitantes pode ter até 11 vereadores, mas a Lei Orgânica pode estabelecer que ele terá apenas 9, com base na receita do município, que não tem condições financeiras de suportar mais de 9 vereadores.
Os municípios tiveram até o dia 30 de junho de 2016 para definir o número de vereadores que constituirá a Câmara Municipal, data em que se iniciou o processo eleitoral, quando os partidos definiram os seus candidatos.
Baseado nisto segue a tabela do número de vereadores por número de habitantes e a proposta de vereadores a serem eleitos na próxima legislatura, a qual deveria ser realizada em 2022, juntamente com deputados estaduais, federais, senadores e presidente da república com um mandato de 05 (cinco) anos e com direito apenas a 01 (uma) reeleição, caso tenham trabalhado em prol dos eleitores.
                            TABELA DE VEREADORES POR NÚMERO HABITANTES                                       (COM PROPOSTA PARA 2022)

Nº VEREADOR NA ATUALIDADE
HABITANTES NOS MUNICÍPIOS NA ATUALIDADE E PROPOSTO
Nº VEREADORES E PROPOSTA PARA 2022
Nº VEREADOR NA ATUALIDADE
HABITANTES NOS MUNICÍPIOS NA ATUALIDADE E PROPOSTO
Nº VEREADORES E PROPOSTA PARA 2022
09
Até 15 mil
05
11
mais de 15 mil até 30 mil                       
06
13
mais de 30 mil até 50 mil                  
07
15
mais de 50 mil até 80 mil
08
17
mais de 80 mil até 120 mil
09
19
mais de 120 mil até 160 mil
10
21
mais de 160 mil até 300 mil
11
23
mais de 300 mil até 450 mil
12
25
mais de 450 mil até 600 mil
13
27
mais de 600 mil até 750 mil
14
29
mais de 750 mil até 900 mil
15
31
mais de 900 mil até 1,050 milhão
16
33
mais de 1,050 mil até 1,2 milhão
17
35
mais de 1,2 mil até 1,350 milhão                    
18
37
mais de 1,350 milhão até 1,5 milhão
19
39
mais de 1,5 milhão até 1,8 milhão
20
41
mais de 1,8 milhão até 2,4 milhões
21
43
mais de 2,4 milhões até 3 milhões
22
45
mais de 3 milhões até 4 milhões
23
47
mais de 4 milhões até 5 milhões
24
49
mais de 5 milhões até 6 milhões
25
51
mais de 6 milhões até 7 milhões
26
53
mais de 7 milhões até 8 milhões
27
55
mais de 8 milhões até 9 milhões
28
--
mais de 9 milhões até 10 milhões
29
--
mais 10 milhões
30

A proposta para vereadores dos 5570 municípios brasileiros a partir de 2022, será com população de até 15 mil eleitores de 5(cinco) representantes do povo (vereadores) até a população com mais de10 milhões de eleitores de 30 representantes do povo (vereadores). Seria o numero máximo de representantes do povo (vereadores) a serem eleitos em um município.
Como é definido o número de Deputados Estaduais e Federais? O Art. 45. da Câmara dos Deputados compõe-se de representantes do povo, eleitos, pelo sistema proporcional, em cada Estado, em cada Território e no Distrito Federal.
Lembrando sempre de que uma suposta “hegemonia” dos Estados de maior população na Câmara dos Deputados é neutralizada pela existência do Senado. Vide o caput do artigo 46:
Art. 46. O Senado Federal compõe-se de representantes dos Estados e do Distrito Federal, eleitos segundo o princípio majoritário.
O sistema que atualmente é adotado provoca uma disparidade no número de deputados por habitantes e eleitores entre os Estados de maior e menor população, dando a Estados de população ínfima uma representação desproporcionalmente maior ao seu peso na composição populacional do país. Em nome do didatismo, segue tabela com as Unidades Federativas do Brasil, seu atual número de deputados e o número de habitantes por deputado em cada Estado de acordo com o sistema atual.
Apresento uma proposta que se tem por base a igualdade entre os estados, com o Brasil tendo os 26 estados e o distrito federal, onde todos terão representação igualitária e apenas o Distrito Federal terá bancada diferenciada, devido está onde os desígnios do pais são deliberados, julgados e legislados.
TABELA PROPOSTA DA UNIDADE FEDERATIVA
Unidade Federativa
População Estimada
Dep.  Est.
Dep. Fed.
Senador
São Paulo
Mais ou menos 41 milhões 265 mil
16
8
2
Minas Gerais
Mais ou menos 19 milhões 560 mil
16
8
2
Rio de Janeiro
Mais ou menos 15 milhões 990 mil
16
8
2
Bahia
Mais ou menos 14 milhões 17 mil
16
8
2
Rio Grande do Sul
Mais ou menos 10 milhões 695 mil
16
8
2
Paraná
Mais ou menos 10 milhões 445 mil
16
8
2
Pernambuco
Mais ou menos 8 milhões 800 mil 
16
8
2
Ceará
Mais ou menos 8 milhões 455 mil
16
8
2
Pará
Mais ou menos 7 milhões 582 mil
16
8
2
Maranhão
Mais ou menos 6 milhões 575 mil
16
8
2
Santa Catarina
Mais ou menos 6 milhões 250 mil
16
8
2
Goiás
Mais ou menos 6 milhões 4 mil
16
8
2
Paraíba
Mais ou menos 3 milhões 767 mil
16
8
2
Espírito Santo
Mais ou menos 3 milhões 515 mil
16
8
2
Amazonas
Mais ou menos 3 milhões 485 mil
16
8
2
Rio Grande do Norte
Mais ou menos 3 milhões 170 mil
16
8
2
Alagoas
Mais ou menos 3 milhões 150 mil
16
8
2
Piauí
Mais ou menos 3 milhões 130 mil
16
8
2
Mato Grosso
Mais ou menos 3 milhões 50 mil
16
8
2
Distrito Federal
Mais ou menos 2 milhões 580 mil
3
3
1
Mato Grosso do Sul
Mais ou menos 2 milhões 450 mil
16
8
2
Sergipe
Mais ou menos 2 milhões 70 mil
16
8
2
Rondônia
Mais ou menos 1 milhão 565 mil
16
8
2
Tocantins
Mais ou menos 1 milhão 385 mil
16
8
2
Acre
Mais ou menos 735 mil
16
8
2
Amapá
Mais ou menos 670 mil
16
8
2
Roraima
Mais ou menos 451 mil
16
8
2
Portanto, todos os estados brasileiros passariam a ter 2 (dois) senadores por estado e o distrito federal 1 (um) senador. Os deputados federais passariam a ser eleitos 8(oito) por estado e 3 (três) pelo distrito federal. Quanto aos deputados estaduais seriam 16 (dezesseis) por estado e 3 (três) pelo distrito federal.
Sendo elaborado o projeto de lei, o congresso nacional, as assembléias legislativas e as câmaras municipais teriam uma diminuição grandiosa nas despesas com pessoal, com verbas parlamentares e todas as mazelas criadas pelos politiqueiros que estão hoje a fazer o mal no Brasil.
O Brasil que Desejamos e Queremos

Na eleição de 2018, o eleitor brasileiro precisará ter consciência política para reconstruir o Brasil que a sociedade tanto deseja, quer e almeja. É preciso também olhar para trás e aprender com os erros cometidos, considerando que o representante da cidadania, passa pela escolha do eleitor. O voto do eleitor não pode mais ser terceirizado e nem negligente, omisso e irresponsável para com o futuro das próximas gerações.  
Este é o momento crucial para fazer a mudança que tanto o Brasil necessita. O que não faltam são motivos para mudar, devido o descrédito e má representação nos três poderes. A sociedade não aguenta mais com tanta corrupção, impunidade, injustiça e desrespeito. Mesmo que o nosso grito de alerta pareça sem sentido, esta é a hora de construir um país digno. Que tudo o que estamos vivendo hoje nos sirva de lição. Que a política não seja mais vista como piada. E que as eleições deixem de ser um circo. Que tenhamos seriedade na hora de escolher os nossos representantes. E que eles sejam dignos de nossa confiança, antes e depois das eleições. O Brasil não vai mudar em uma única eleição, precisamos aplicar a consciência política para dá início às mudanças que desejamos para um Brasil melhor. 
A eleição de 2018 será a prova de que o eleitor amadureceu politicamente para conduzir os novos rumos do Brasil. Eleitor o momento é de reflexão, ação e consciência política, considerando que quem elege e reelege o político para conduzir a coisa pública é cada eleitor. Eleitor seja a mudança! Citando, Rui Barbosa: “O cidadão que não conhece os seus direitos, não tem o direito de lutar por eles”. Chegou a hora de pararmos de ser parte do problema e viramos parte da solução. Um país mais livre é também uma declaração de confiança ao nosso povo, uma prova de que juntos podemos construir mais oportunidades para todos, sem a intermediação nefasta da burocracia estatal. Tenho certeza de que cada um de vocês vai tomar parte nessa luta que é de todos nós. Tenho muita fé no Brasil e nos brasileiros, na luta para devolver o Brasil aos seus verdadeiros donos, o povo brasileiro. O cidadão independente é aquele que consegue estudar, trabalhar, empreender, gerar valor para a sociedade, para si e sua família, que participa voluntariamente da comunidade e que é solidário com quem precisa. Peço a todos vocês que participem do Brasil 2022, quando completaremos 200 anos de comemoração da Independência do Brasil, mas com sugestões, propostas, idéias e muito mais. O Brasil a partir de 2022 deverá ter só um dono: o povo brasileiro, cada um de vocês. Vamos nos unir para refundar o Brasil em bases mais livres e solidárias, mais modernas e prósperas para todos. É a minha ideologia, é o meu compromisso, e espero que seja o de vocês também. Carlos Augusto Nepomuceno, jornaldeparaipaba@gmail.com
Vamos recriar o Brasil?
Vamos votar em pessoas honestas e comprometidas?
Vamos rumo a um NOVO BRASIL?
PARTICIPE. ENVIE SUAS SUGESTÕES, PROPOSTAS.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

O BRASIL QUE DESEJAMOS E QUEREMOS

PARTE 5     
O BRASIL QUE DESEJAMOS E QUEREMOS
O Projeto para o Brasil que desejamos e queremos é um convite ao debate e às propostas. Para isso queremos e desejamos levar aos territórios onde estão os até aqui ausentes da política nacional, porque são excluídos, mas porque também, com razão, não se animam a lutar pelos seus direitos através de uma política viciada, feita para cair nas mãos dos mesmos políticos de sempre – homens adultos, brancos, machistas, conservadores, corruptos e, por conseguinte, discriminadores. É, por conseguinte, um projeto para ouvir, conversar, discutir, receber propostas, fazê-las circular, socializá-las e fazê-las convergir para um conjunto de idéias para um Brasil democrático, solidário e emancipado.
O Projeto para o Brasil que desejamos e queremos pretende ter um momento especial de convergência em um Fórum Social temático pela internet, no período de 30 de julho a 03 de agosto de 2018, com os debates e as propostas apresentadas, com um fechamento sobre O Brasil que desejamos e queremos sobre temas particularmente relevantes – como reforma política; reforma educacional, cultural, social; reforma da saúde; reforma tributária, orçamento participativo, segurança pública, entre outros.
Estão todos os brasileiros convidados a participar deste projeto, deste movimento, dessa busca de novas utopias e novas linguagens, de novos protagonismos, de rejuvenescimento das lutas emancipatórias. Uma página do projeto estará no ar, contendo como enviar suas propostas, seus debates, testemunhos de jovens e mulheres e, todos os até aqui invisibilizados na política e no imaginário social brasileiro.
Tudo pelo Brasil que desejamos e queremos, pelo país que os jovens querem, pela sociedade que as mulheres anseiam, por um Brasil de todos, para todos e por todos.
Na próxima publicação estaremos apresentando a primeira proposta para o Projeto do Brasil que desejamos e queremos. Esperamos que houvesse o interesse dos brasileiros em defender essa proposta inicial.

sábado, 27 de janeiro de 2018

O BRASIL QUE DESEJAMOS E QUEREMOS

PARTE 4
O BRASIL QUE DESEJAMOS E QUEREMOS
A perplexidade diante da sanha demolidora da Nação pelos golpistas de 2016, associada à ausência de reação popular à altura do que os três poderes – Judiciário, Legislativo e Executivo – demonstram diariamente com suas condutas cínicas, imorais e impatrióticas tem levado muitos analistas, professores, jornalistas e todos brasileiros que se importam com seu País a propugnarem por um projeto nacional, um plano de recuperação do Brasil.
Gostaria de afirmar que qualquer projeto político, que se pretenda executável e efetivamente representativo da Nação, se inicia na mente iluminada de alguma pessoa. Ele surge e ai, vem o debate, a participação dos vários segmentos que compõe a sociedade. Ele, também, não pode ser um projeto de uma classe, de uma etnia, de uma economia ou de uma ideologia.
A história é enfática em nos mostrar que tais projetos, mesmo imposto pela força das armas e do dinheiro, têm data marcada para seu fim; uns mais rápidos, outros mais longos. E um projeto nacional deve ser para sempre, que evolui e se atualiza com o desenvolvimento da sociedade.
Mas ele pode e deve ter sua marca. Aqueles valores que são a própria condição de vida do País, da manutenção da nação.
Na sociedade há um sentimento difuso, porém crescente, indicando que os ocupantes de cargos nos poderes federais em Brasília lutam apenas por seus privilégios, enquanto o povo brasileiro sangra, perdendo empregos e salários, e é assolado ainda pelo espectro da inflação.
Não devemos aceitar que os interesses da Nação fiquem subordinados aos interesses dos detentores do poder político. É o momento de deixar de lado projetos individuais mesquinhos para adotarmos um Projeto Político Nacional que contemple todos os cidadãos do País.
Hoje o Brasil não tem governo, porém, é o governo que tem um país que vive para sustentar o endividamento, os gastos indevidos, os desperdícios, os intervencionismo retrógrado, os ralos bilionários de corrupção e clientelismo, as regulações insanas, a aversão ao liberalismo e ao empreendedorismo, o paternalismo autoritário, a incompetência criminosa e a fome insaciável por poder, dinheiro e ingerência na vida dos cidadãos e das empresas. Precisamos dar um basta nisso!!!
Um país mais livre é também uma declaração de confiança ao nosso povo, uma prova de que juntos podemos construir mais oportunidades para todos, sem a intermediação nefasta da burocracia estatal. Tenho certeza de que cada um de vocês vai tomar parte nessa luta que é de todos nós.
Tenho muita fé no Brasil e nos brasileiros e provo isso saindo da minha zona de conforto e me expondo aqui para vocês na luta para devolver o Brasil aos seus verdadeiros donos, o povo brasileiro.
O cidadão independente é aquele que consegue estudar, trabalhar, empreender, gerar valor para a sociedade, para si e sua família, que participa voluntariamente da comunidade e que é solidário com quem precisa.
Peço a todos vocês que venham a participar do Projeto Brasil que desejamos e queremos com sugestões, propostas, idéias e muito mais. O Brasil só tem um dono: o povo brasileiro, cada um de vocês. Juntos, podemos nos unir para refundar o Brasil em bases mais livres e solidárias, mais modernas e prósperas para todos. É a minha ideologia, é o meu compromisso, e espero que seja o de vocês também.

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

O BRASIL QUE DESEJAMOS E QUEREMOS

PARTE 3
Um dia de esperança para alguns e de obrigatoriedade para outros. Um momento que vai escrever os próximos quatros anos de nossa realidade. Assim poderemos prescrever uma escrita que aprofunda mudanças ou que maquie-a para manter o sempre do mesmo.
Todavia prefiro acreditar que é o momento de refletirmos sobre o nosso país, entender o que podemos fazer de diferente para mudar a escrita de nossa história, seja em atos cotidianos no trânsito, um dos meios que mais mata pessoas hoje no Brasil, até na maneira que tratamos os núcleos de nosso país e da nossa família.
Já que a corrupção de nosso país hoje, se inicia, também, nas esferas de poder, mas sim em nossa prática, pois o poder só é o reflexo de nossas ações.  Então se queremos pôr fim esta modalidade endêmica, devemos repensar diariamente nossas atitudes, para assim reprogramarmos nossa cultura.
E por fim e não menos, a importância de aprender a amar cada parcela da nação, pondo fim aos bairrismos, sentindo dores em seu interior, por desejo de ver mudança, não sendo uma repetição sem valor, mas uma busca continua por uma transformação.
Enfim, um dia aspirarmos uma nova história, que não pode ser lembrada 4 anos, e sim celebrada diariamente com dizeres da verdadeira liberdade que põe fim a toda corrupção, desigualdade, maldade, individualidade. Caladas pelo amor que passamos levar a todos os espaços, pensados em todos e para todos.
Urge-se reformular a política de desenvolvimento com base numa explicitação dos fins substantivos que almejamos e pretendemos alcançar, e não com base na lógica dos meios imposta pelo processo de acumulação comandado pelos grandes monopólios e empresas transnacionais. Superar o impasse com que nos confrontamos requer que a política de desenvolvimento seja conduzida a uma crescente homogeneização de nossa sociedade e abra espaço à realização das potencialidades de nossa educação e cultura. Em uma palavra, poderemos afirmar que o Brasil só sobreviverá como nação se transformar numa sociedade mais justa e preservar sua independência política.
Com o título: O BRASIL QUE DESEJAMOS E QUEREMOS, estaremos apresentando posteriormente um projeto ao povo brasileiro onde pretendemos, através de um amplo ciclo de propostas e debates, proposto através das redes sociais, com movimentos sociais, culturais e educacionais, com a juventude, com intelectuais, com professores, com profissionais, com empresários e empreendedores – enfim, com todos os que estão interessados no futuro do Brasil; formular propostas do país que desejamos e queremos, do Estado que desejamos e queremos, do município que desejamos e queremos, da sociedade que desejamos e queremos, da vida que desejamos e queremos, do futuro que desejamos e queremos para todos nós. E, ao mesmo tempo, mobilizar e trazer propostas para o debate.  É uma ação política por propostas setoriais hoje praticamente ausentes do cenário político, onde os jovens e às mulheres terão destaques especiais, prognosticando o Brasil que desejamos e queremos.
PARTICIPE, ENVIE SUA OPINIÃO E SUGESTÃO. 
jornaldeparaipaba@gmail.com

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

O BRASIL QUE DESEJAMOS E QUEREMOS

PARTE 2

Veja bem essa publicação feita em um jornal do Ceará em 30.09.2008.

O Brasil que eu quero é assim...

O Brasil que eu imagino é um Brasil melhor para todos, em que os presidentes, os governadores e os prefeitos não mintam para a população. Um Brasil esplêndido, sem tráficos, roubos e assassinatos.
Um Brasil com colégios de qualidade, como o CCA - Colégio Cláudia Alencar. Um Brasil com prisões de qualidade. Um Brasil que salva pessoas necessitadas. Um Brasil sem poluições, sem pessoas ruins.
Enfim, um Brasil que cuida da sua população, da sua terra. Um Brasil que cuida dos outros e de si mesmo, um Brasil responsável. Afinal, quem não quer um Brasil assim? Viva Brasil!
Gabriel França - 10 anos. Colégio Cláudia Alencar
Essa criança hoje, já esta a completar 20 anos. O que este jovem hoje viveu e vive num país onde nesses 10 anos o que se viu foi os desmandos, as lava jatos e a corrupção a imperar no nosso Brasil.
Mas, temos o direito de fazer valer o Brasil que temos X o Brasil que desejamos e queremos.
O Brasil tem enfrentado problemas políticos, econômicos, ecológicos, educacionais, sociais, culturais, dentre outros. Estes em vez de regredirem só vêm progredindo anualmente.
A sociedade brasileira tem seu destino nas mãos de uma juventude ainda imatura que não está preparada para enfrentar os problemas existentes. A educação do país é ainda precária, os investimentos são deficitários e, nesta área é de extrema importância, o que prejudica o futuro da nação.
Estamos em ano de eleições majoritárias. Eleições essas em que não temos um norte a seguir, desde deputados a presidente da republica. Estamos a presenciar milhares de políticos fazendo promessas, governantes descompromissados, escândalos, envolvendo de presidente da nação envolvido com corrupção, juristas da corte maior a defender elementos acusados de desvios e esquemas fraudulentos no setor publico. Mas, são esses governantes, políticos e juristas que estão a ditar os desígnios da nossa nação. E as promessas, como todos nós sabemos, são apenas promessas. O povo brasileiro iludido com corruptos que, ao subirem ao poder, esquece-se de todas aquelas pessoas que acreditaram neles e que viam em suas idéias uma chance de melhorar a situação do país.
Desejamos e Queremos uma sociedade mais justa e igualitária, onde todos tenham direto à educação, à saúde, à alimentação e à segurança. Onde nossos mares e rios não sejam poluídos, onde os políticos cumpram suas promessas. Queremos um país livre da violência. Devemos juntos lutar pela paz, uma paz que não restringe à classe, à cor ou à cultura.

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

O BRASIL QUE DESEJAMOS E QUEREMOS

PARTE 1
Nos momentos de crise, o olhar costuma baixar para os meandros que nos amarram, impedindo-nos de ver mais além dos âmbitos viciosos. Mas de um meandro se pode sair por cima, olhando os horizontes maiores que nos cercam e rompendo com a praxe cinzenta do dia-a-dia burocrático e institucional dos dias de hoje.
O Brasil que desejamos e queremos deve ser um território aberto a socialização do debate sobre o país que almejamos indo mais além dos melhoramentos alcançados na última década e dos problemas que estamos enfrentando hoje. Não precisamos de fantasias para encarar a realidade na perspectiva dos nossos sonhos. Para orientar nossos caminhos imediatos na direção do país que estamos necessitando e precisando.
O Projeto para o Brasil que desejamos e queremos cabem a todos, mas, tendo um lugar especial reservado aos jovens e às mulheres – dois dos grandes ainda em minoria no cenário político brasileiro. E que, no entanto é a maioria do país. E que são grandes vítimas da exclusão, do preconceito, da discriminação. Com os horizontes hoje delineados, é difícil opinarmos sobre os dilemas contemporâneos. A sociedade em que vivemos hoje, tem uma situação social melhorada significadamente, porem o assassinato de jovens, principalmente negros e de mulheres aumentaram brutalmente, então, necessário urde, como não buscar outro tipo de sociedade? E, como querer que jovens de camadas populares participem de uma política que os exclui, ou seja, da política e da própria vida? Como querer que as mulheres se sintam representadas por um sistema político que as rejeitam vergonhosamente a uma modesta reivindicação de uma cota de parlamentares mulheres, por um Congresso machista? Como querer que os jovens se sintam representados numa sociedade cujo Congresso quer mais jovens presos e condenados à morte em vida?
Devemos Lutar para não retrocedermos para políticas ainda mais repressivas em relação aos mais pobres, mais discriminatórias em relação aos excluídos, mais exploradoras em relação aos explorados, mais alienadas em relação à grande maioria, vítima do monopólio da mídia, contra a política financiada pelo dinheiro das grandes fortunas. Temos que lutar para não retroceder.
Mas para avançar em que direção? Para um país em que os jovens possam dizer que esse é o seu país, a sua sociedade, em que o Brasil inteiro se torne território dos jovens. Para que sociedade, em que os jovens de todas as raças, não lutem apenas para sobreviver, mas para viver, com dignidade, com liberdade, com sua cultura e o seu jeito e modo de viver.
Para que a nossa sociedade, onde as mulheres não tenham que pedir aos que se intitulam senhores da política para lhes conceder cotas de parlamentares, mas disponham desse e de tantos outros direitos como mulheres e seres humanos, diferenciada apenas pelo sexo.
Que Brasil, politicamente democrático, socialmente justo, culturalmente pluralista, economicamente desenvolvido, ecologicamente sustentável, internacionalmente soberano, humanamente justo e solidário, queremos?

O BRASIL QUE DESEJAMOS E QUEREMOS

APRESENTAÇÃO
Chegou o momento de reconstruirmos o Brasil. É preciso olhar para trás e aprender com os nossos erros. Se quisermos um país melhor, teremos que fazer melhor.
Desde o Descobrimento do Brasil, somos conhecidos como uma sociedade permissiva e festeira, que troca saúde e educação por carnaval e futebol. Mas, por ironia do destino e às vésperas de sediar a Copa do Mundo de 2014, a pátria de chuteiras resolveu sair da sua letargia e o povo foi para as ruas em marcha contra os desmandos e a corrupção que desencadeou no país de norte a sul. O povo não foi para festejar, mas sim, para reclamar nossos direitos e identidade. Realmente, já estava na hora de acordar.
Esta é uma análise realista das manifestações no Brasil desde os meados de 2004. O Processo de mudança política no Brasil desencadeado pelas manifestações que foram iniciadas por vários movimentos e que ganharam o apoio da população que é contra a corrupção e os gastos abusivos do país.
E o que não nos falta são motivos para mudar. Não é apenas por um real... ou por um transporte coletivo que nem vale isso... Já estamos sufocados pela corrupção, pelas injustiças, pela falta de infraestrutura, pela falta de transporte, pela falta de segurança, pela falta de saúde, pela falta de educação, pela falta de cultura e pelo desrespeito.
O nosso grito de alerta tem de ter sentido a partir de agora. Os nossos objetivos para ir às ruas têm que ter sentido. Está é hora de construirmos um país digno, um Brasil que sonhamos,desejamos e queremos.
Sabemos que o Brasil não vai mudar em um dia, em uma semana ou até mesmo, nos próximos meses. Mas estamos em um momento crucial para definir a história do nosso país. As redes sociais globalizaram os nossos pensamentos e diminuíram diferenças culturais e sociais. A informação agora é nossa aliada, estão a nosso favor, por isso devemos usar e fazer a diferença.
Nossas escolhas e nossos votos não podem mais serem terceirizados. Não podemos e não devemos ser mais tão negligentes. Este é o momento certo para fazermos as mudanças que tanto desejamos, esperamos e queremos para o Brasil.
Tudo que estamos vivendo hoje nos sirva de lição. Que a política não seja mais vista como piada. E que a eleições deixem de ser um circo. Que tenhamos seriedade na hora de escolher os nossos representantes. E que eles sejam dignos de nossa confiança, antes e depois das eleições.

O Brasil não vai mudar em apenas um dia, uma semana ou um mês. Mas os dias de mudanças já começaram. Hoje somos manifestantes ou idealistas. Em 2018 seremos Eleitores e definiremos os novos rumos desse país. Eu acredito em um novo Brasil. E você?